Já usa Value Objects?

Como garante que dois componentes falam a mesmo linguagem? Como garante que tem apenas valores válidos a viajar no software em causa? Usaria strings para representar datas internamente? Então, porque representa os conceitos do domínio como strings ou inteiros? Não faz sentido. You should be using Value Objects

Gestão emocional quando se programa em pares

Programar em pares (pair programming ou paring) pode ser um desafio, mas compensa a médio/longo prazo, pela partilha de conhecimento e pelo progresso estável e previsível. Fazer pairing corretamente leva o seu tempo, pelo que exige paciência e uma boa gestão emocional. Vejamos algumas dicas para tirar o melhor partido desta técnica.

O que é um programador sénior?

Ser um programador sénior não é apenas uma questão de se esperar 10 anos por uma metamorfose de junior para senior. Há certas atitudes e uma forma de estar a ter em conta. Neste artigo concentrei-me na minha experiência e no que mais valorizo: humildade e introspecção. Publiquei este artigo em inglês no Medium. Espero que gostem.

Pagar com cartão de crédito usando o Stripe – Java

O Stripe é um serviço na cloud que permite que receber pagamentos pela Internet. Oferece bibliotecas cliente (JavaScript e mobile) e servidor (Java, Ruby, Node.js, etc.). Reduz a complexidade de receber pagamentos, pois não é preciso lidar com os dados do cartão de crédito diretamente – apenas com um token que simboliza uma autorização para cobrar.
Para isso vamos criar um projeto Spring Boot que permite aos utilizadores inserirem um cartão de crédito e cobrar um valor usando o Stripe API para Java.

Colocar uma app Spring Boot no Heroku

O Spring Boot é um sub-projeto do Spring Framework dedicado aos microserviços que aposta fortemente na programação por convenção (convention over configuration). O Heroku é uma plataforma como serviço para fazer deploy de aplicações que suporta o Spring Boot. Como usar o Heroku para fazer deploy de aplicações Spring Boot?

Como escolher uma biblioteca/framework?

No desenvolvimento de projetos de software, saber quando recorrer a uma biblioteca/framework e como optar por uma entre muitas, não é tão óbvio quanto parece. Neste artigo decidi sintetizar o processo. Tentarei abstrair-me da linguagem/runtime (PHP, Java, .NET, etc.) em causa, visto que os conceitos são transversais.

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